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sexta-feira, 18 de julho de 2008

Chama o ladrão!


Nos últimos dias não tenho lido jornais. Eles estavam se amontoando em cima do carro, estacionado na garagem de casa. O motivo é um só: não sei quantas folhas recheadas de desgraça, corrupção e futebol. Não dá.
Mas para não ser tachada de alienada, e blá, blá, bla, resolvi dar uma "zapeada" na Folha de São Paulo e vi que realmente o Brasil é o país da piada pronta. E duas coisas me chamaram a atenção. A primeira é o caso do banqueiro Daniel Dantas (não é Natércio da novela das seis, por favor). A Polícia Federal prende o bandido e o STF manda soltar. Segundo o STF, houve abuso na prisão do banqueiro. Uma novidade: bandido de colarinho branco se prende jogando confete e purpurina, e não colocando algemas. Aí vai a pergunta: quem está ganhando o que e quanto? Do outro lado, vemos a PM do Rio de Janeiro matando como nunca se noticiou. Um sujeito de 35 anos foi sequestrado e estava dentro do carro com um bandido. A PM atirou. A PM atirou também no carro de uma família, matando um garotinho. Confundiram um Stilo com uma Palio Wekend (poxa, até eu sei diferenciar esses carros).
Bem, tudo isso é para dizer que, diante o perigo de estar sendo perseguido ou simplesmente acompanhado pelo STF ou pela PM do Rio, aconselho a todos o mesmo que Chico Buarque aconselhou na época da ditadura: chama o ladrão!

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Duda e Coca


Apresento à vcs a Duda e a Coca. São duas cachorrinhas muito valentes.
Domingo a tarde eu estava fazendo uma das minhas caminhadas malucas pelas estradas rurais com uma amiga. Eis que vemos essas duas menininhas aí. Ignoramos, a princípio. Afinal, estávamos proibidas de pegar novos filhinhos. Mas nao adiantou. Elas nos seguiram por mais ou menos 10 km, segundo a nossa estimativa. Tanta valentia valeu a elas um novo lar. O assunto nosso, durante a caminhada era: se as pessoas são capazes de jogar filhos do 6o andar, o que podemos esperar dos pobres animais abandonados nas ruas?

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Olha esse ypê


Adoro Ypê. Não o sabão. A árvore mesmo. Amei esse ypê rebelde!