Pessoal, boa tarde!
Façam a atividade 1, página 34 do livro. Falem sobre a biografia de vocês e a relação dela com questões sociais e politicas mais amplas. Leiam os comentários dos colegas, para que possamos discutir na próxima aula.
Data limite: 15/04
Abraços
Carol
quarta-feira, 11 de abril de 2012
sábado, 24 de julho de 2010
A vida começa todos os dias
A frase título desta postagem não é minha. Li em "Olhai os lírios do campo", de Érico Veríssimo (leitura obrigatória, diga-se de passagem). Mas o que me leva a colocá-la aqui? Essa semana tive uma noite com insônia. Nada pior do que ficar na cama sem conseguir dormir. Então resolvi tomar café da madrugada e chamar meus filhos de quatro patas para um passeio na praça. Às 5 da manhã.
É impressionante o silêncio das casas e das árvores. Não se houve ninguém na rua, a não ser o 'tiozinho' que estava caminhando, assim como eu. Vez ou outra os cães latiam, por conta da bagunça dos meus. E conforme as horas vão passando, e o sol começa a dar o ar da graça, sons tão comuns ao nosso turbulento dia-a-dia começam a surgir: as lâmpadas das casas começam a se acender; os alarmes dos microondas começam a apitar, assim como as sirenes das fábricas. O trânsito começa a atrapalhar o barulhinho gostoso dos pássaros. Tudo novo, de novo.
É impressionante o silêncio das casas e das árvores. Não se houve ninguém na rua, a não ser o 'tiozinho' que estava caminhando, assim como eu. Vez ou outra os cães latiam, por conta da bagunça dos meus. E conforme as horas vão passando, e o sol começa a dar o ar da graça, sons tão comuns ao nosso turbulento dia-a-dia começam a surgir: as lâmpadas das casas começam a se acender; os alarmes dos microondas começam a apitar, assim como as sirenes das fábricas. O trânsito começa a atrapalhar o barulhinho gostoso dos pássaros. Tudo novo, de novo.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Há tanta vida lá fora
Dizem que, para sermos completos na vida, temos que escrever um livro, ter um filho e plantar uma árvore. Juro que pra mim restou fazer o mais fácil: plantar uma árvore. Afinal, o Bruno logo estará por aí, atrapalhando o meu sono (e o dos vizinhos) e minha tese, posso dizer, é praticamente um livro. Passei no vestibular, fiz mestrado, tive bolsa de pesquisa, arrumei emprego, comprei meu carro, casei... tudo o que se espera de uma mulher contemporânea (e tudo que, muitas vezes, me pego (des) orientando os pobres adolescentes com os quais convivo diariamente)! Mas até onde essas escolhas foram feitas por mim, pelo meu livre arbítrio, de forma super consciente? E até onde foram determinadas, seja lá por quem for? Um problema filosófico, daqueles que eu coloco para meus alunos e que nem eu mesma, confesso, consigo resolver.
Há tanta vida lá fora... livros que quero ler e não consigo, filmes que quero saborear e não tenho tempo, caminhadas despretensiosas pelo bairro, para observar pequenas coisas que não podem ser percebidas quando passamos soltando fumaça pelo carro. Se a gente não nasce, e sim começa a morrer, viver da forma como vivemos é, na verdade, uma imensa burrice.
Mais uma crise existencial...
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